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Dirofilariose
(Verme do Coração)


Porcentagem de Cães Infectados
Região dos Lagos (RJ)
52,5%
Bertioga (SP)
45%
Niterói (RJ)
37,5%
Petrópolis (RJ)
25,6%
Rio de Janeiro (RJ)
21%
Região São Lourenço (SP)
18%
Mairiporã (SP)
17%
São Luis (MA)
15%
Recife (PE)
14,5%
Guarujá (SP)
14%
Alagoas (AL)
12,5%
Patos (PB)
12,4%
Santa Catarina
12%
Belém (PA)
10,7%
Ilha das Peças (PR)
10%
Guaraqueçaba (PR)
10%
Salvador (BA)
7,41%
Pontal (PR)
5%
Guaratuba (PR)
4%


Você não vê, mas ela mata

        A Dirofilariose canina também conhecida como verme do coração é uma doença causada pelo verme Dirofilaria Immitis.
Essa doença é transmitida através da picada de mosquitos infectados com as larvas da Dirofilária. Após a picada, os mosquitos transmitem as larvas que vão se transformar no verme adulto enquanto migram para o coração e a artéria pulmonar.         No coração e na artéria pulmonar de seu cão, esses parasitas chagam a medir 30 cm de comprimento, podendo levar seu animal à morte.
        Isso ocorre, porque no coração e na artéria pulmonar, esses vermes obstruem a passagem de sangue e oxigênio, sobrecarregando e enfraquecendo o coração.

Cerca de 8% dos cães em todo o Brasil já estão infectados

        Estima-se que no Brasil 2,2 milhões de cães (8% do total) já estão contaminados. Existem áreas em que o problema é muito mais grave, como nas cidades litorâneas ou regiões de lagos e matas, onde o clima quente e úmido favorece a propagação dos mosquitos. Veja o quadro ao lado.


A transmissão e os mosquitos mais comuns

A dirofilariose é transmitida de um cão para outro ou para o ser humana através de mosquitos, sendo que os principais transmissores são o Aedes e o Culex, mas outros mosquitos também podem transmiti-la. Esses mosquitos são muito comuns em áreas onde o clima é quente e úmido. É por isso que a incidência dessa doença é maior nas cidades litorâneas onde o clima favorece sua propagação. Essas regiões são chamadas de áreas endêmicas e os animais e seres humanos correm risco constante por estarem muito mais expostos aos mosquitos infectados. Porém, muitos casos têm sido diagnosticados em regiões longe da costa. É preciso estar sempre atento! Todos os animais, mesmo que não freqüentem ou vivam no litoral, devem receber o tratamento preventivo desde filhotes, e pela vida toda. Essa é a única maneira de realmente proteger o seu animal de estimação.



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